sexta-feira, 29 de julho de 2011

Proposta de trabalho "Gralha Azul"



Elaboração: Professora Janey Sales
4ª série / 5º ano
3º Bimestre
Proposta de trabalho* – Folclore paranaense – “Gralha Azul: lenda e fato”.
Elaboração: Professora Janey Sales**
4ª série B – 3º Bimestre 2010

Prática inicial:
_  Coleta de impressões e registro: o que os alunos já ouviram sobre a Gralha Azul.
_  Projeção de slides (Power Point): “A Lenda da Gralha Azul”- debate sobre a lenda.
_  Leitura silenciosa dos textos.
_  Leitura em voz alta (individual e coletiva)
_  Marcação das palavras cujo significado não está claro ou são desconhecidas.

A LENDA DA GRALHA AZUL

            Durante muitos anos, a araucária, uma árvore nativa do Paraná, foi largamente explorada por madeireiros inescrupulosos.
            O Estado do Paraná, no século XIX, era coberto por matas de araucárias que hoje, devido à proteção ambiental, começam a ser novamente formadas.
            Este reflorestamento, por incrível que pareça, não é feito apenas pelas mãos humanas, mas também por uma ave nativa da região: a Gralha Azul!
            A Gralha Azul é da família dos corvídeos (corvos), é uma ave de reluzente cor azul, com cabeça, peito e frente do pescoço pretos, mede cerca de 40 cm. Gosta de viver nos pinheirais do sul do Brasil.
            Conta a lenda que, uma dada gralha negra, recolhida num galho de pinheiro, foi acordada pelo som dos golpes de um machado. Assustada, voou para as nuvens para não presenciar a cena de morte do pinheiro.
            Lá do céu, ouviu uma voz pedindo para que ela retornasse para os pinheirais, pois assim, ela seria vestida de azul celeste e passaria a plantar pinheiros.
            A gralha aceitou a missão e foi coberta por penas azuis, exceto ao redor da cabeça onde permaneceu o preto dos corvídeos.
            Retornou, então aos pinheirais e passou a espalhar a semente da araucária, conforme o desejo divino.
            Que a humanidade possa aprender com a nossa Gralha Azul e entender que o respeito ecológico entre fauna e flora é fundamental para a existência do ser humano na face da Terra!!!!
Atividades com os textos sobre a Gralha Azul:
1º Texto – “A Lenda da Gralha Azul”.
1-      Estudo de Vocabulário: (pesquisa no dicionário)
Nativa: que é natural.
Inescrupulosos: não escrupuloso: sem cuidado ou zelo.
Reluzente: reluzir: resplandecer, brilhar.
Celeste: relativo ao que se avista ou está no céu.
Fauna: conjunto de animais próprios de uma região.
Flora: conjunto de espécies vegetais de uma região (plantas).


2-      Registro das idéias principais:
ü  A araucária é uma árvore nativa do Paraná.
ü  No século XIX a área do Estado do Paraná era coberta por araucárias.
ü  O desmatamento ocorreu pela extração desordenada dos pinheiros pelos madeireiros.
ü  Uma gralha negra fugiu para o céu para não ver o pinheiro onde estava ser cortado.
ü  Uma voz do céu pediu que ela retornasse para plantar pinheiros e suas penas, menos as da cabeça e pescoço, se tornariam azuis da cor do céu.
ü  Desde então, ao se alimentar, enterra o pinhão, que dará origem a um pinheiro de araucária.

3-      Trabalhando com o texto:
a)      Que mensagem é passada no texto para a humanidade?
R. “Que a humanidade possa aprender com a nossa Gralha Azul e entender que o respeito ecológico entre fauna e flora é fundamental para a existência do ser humano na face da Terra”.

b)      Por que a palavra “gralha” aparece ora com letra minúscula ora com maiúscula?
R. gralha: nome comum, se refere a qualquer espécie de gralha – substantivo comum.
Gralha Azul: nome próprio,  se refere a um tipo de gralha – substantivo próprio.

c)      Copie o primeiro parágrafo substituindo as palavras destacadas pelo seu sinônimo (significado pesquisado no dicionário).
R: “Durante muitos anos, a araucária, uma árvore NATURAL do Paraná, foi largamente explorada por madeireiros SEM  ZELO”.
d)      De acordo com a idéia do primeiro parágrafo, a ação dos madeireiros se relaciona com que atividade?
(       ) Pecuária              (  X  ) Extrativismo        (       ) Agricultura            (       ) Indústria
e)      E a ação da Gralha Azul se relaciona com:
(       ) Pecuária              (       ) Extrativismo        (   X ) Agricultura            (       ) Indústria


2º Texto – Fatos verdadeiros sobre a Gralha Azul
FATO
            A Gralha Azul (Cyanocorax caeruleus) é um ícone do Paraná, semeadora do pinheiro paranaense (Araucária angustiofolia), foi declarada ave símbolo do Paraná pela Lei Estadual n° 7.957/21 de novembro de 1984.
            Durante o outono, quando as araucárias frutificam, bandos de gralhas laboriosamente estocam os pinhões para deles se alimentarem posteriormente. As gralhas azuis encravam fortemente os pinhões no solo ou em troncos caídos no solo, já em estado de putrefação, ou mesmo nas partes aéreas de raízes nas mesmas condições, local propício para a formação de uma nova árvore.
            No folclore paranaense atribui-se a formação e manutenção das florestas de araucária a este pássaro, como uma missão divina, razão porque as espingardas explodiriam ou negariam fogo quando para elas apontadas.
            Nos campos de vegetação rasteira formam-se galpões de pinheiros graças à Gralha Azul. Ela é capaz de “plantar” 3.000 pinheiros por hectare.

1-      Estudo de Vocabulário:
Ícone: imagem.
Laboriosamente: laborar – trabalhar.
Putrefação: apodrecimento, decomposição.
Propício: favorável, apropriado.

2-      Idéias principais:
ü  Por instinto a Gralha Azul estoca (enterra) os pinhões para se alimentarem deles posteriormente.
ü  Passado um tempo a Gralha Azul não encontra todos os pinhões que enterrou, por isso eles nascem formando uma nova árvore: um pinheiro de araucária.
ü  Em 21 de novembro de 1984,  por meio da Lei Estadual nº 7.957,  a Gralha Azul foi declarada ave símbolo do Paraná (ícone que representa o Estado do Paraná).

3-      Pense e liste outros  ícones que você conhece e o que eles representam:
Zé Gotinha – Campanha de Vacinação Infantil
Zakumi – mascote da Copa do mundo 2010-09.
Catedral – representa a cidade de Maringá.

4-      Quadro comparativo sobre a Gralha Azul:
MITO
FATO
                 A gralha negra teve suas penas revestidas de azul celeste e recebeu a missão divina de reflorestar a mata.
                 Por instinto  a Gralha Azul enterra os pinhões para se alimentar depois. Eles acabam brotando e formando uma nova árvore.

5-      Por que surgiu a lenda da Gralha Azul?
R. Porque, durante muito tempo as pessoas não sabiam explicar como os pinheiros de araucária apareciam na mata, sem que ninguém os tivesse plantado.

6-      Segundo o texto a Gralha Azul é capaz de “plantar” 3.000 pinheiros por hectare. Pesquise e registre a área em m2 que corresponde a 1 hectare:
R. 10.000 m2.

7-      Leia, calcule e responda: se uma Gralha Azul “planta” 3.000 pinheiros por hectare, então –
- quatro Gralhas plantam   12.000    pinheiros.
- cinco hectares correspondem a  50.000 m2.

Leitura Complementar -

Lei 7957 - 21 de Novembro de 1984
Publicado no Diário Oficial no. 1913 de 22 de Novembro de 1984 
Súmula: Declara ave-símbolo do Paraná a Gralha Azul e dá outras providências.
A Assembléia Legislativa do Estado do Paraná decretou e eu sanciono a seguinte lei:
Art. 1º. É declarada ave-símbolo do Paraná o passeriforme denominado Gralha Azul (Cyanocorax coerulens), cuja festa será comemorada anualmente durante a semana do meio-ambiente, quando a Secretaria da Educação promoverá campanha elucidativa sobre a relevância daquela espécie avícola no desenvolvimento florestal do Estado, bem como no seu equilíbrio ecológico.
Art. 2º. A Secretaria da Cultura e Esporte promoverá através de programa pré-estabelecidos, campanhas para a preservação da Gralha Azul, conscientizando a população da necessidade da preservação das matas, e da reconstrução das matas destruídas.
Art. 3º. As Secretarias do Interior, Agricultura, Planejamento, Saúde e Bem-Estar Social se encarregarão pelo esforço comum em defesa do meio-ambiemte propício à vida e proliferação desta ave, que está ameaçada de extinção, principalmente no que se refere ao pinheiro paranaense (Araucária Angustifolia), principal alimento da Gralha Azul.
Art. 4º. Esta Lei entrará em vigor na data de sua publicação, revogadas as disposições em contrário.
PALÁCIO DO GOVERNO EM CURITIBA, em 21 de novembro de 1984.
 José Richa
Governador do Estado
Fernando Eugenio Ghignone
Secretário de Estado da Cultura e do Esporte


3º Texto:  

Música - Folclore Paranaense
“Gralha Azul”
Inamy Custódio Pinto

Vem ver, vem conhecer
Minha Cidade Sorriso
Terra dos Pinheirais
Vem ver, nossas riquezas
As mil e uma belezas
Um paraíso no Sul.

Onde nasceu a Gralha Azul
Onde nasceu a Gralha Azul

O pinheiro dá pinha
Pinha dá o pinhão
Gralha Azul leva no bico
Vai fazer a plantação

Voa ..... Gralha Azul, Gralha Azul.

Gralha Azul tu és pequenina
Mas é grande o teu valor
És, paranaense, bichinho
És bom, trabalhador

Voa ..... Gralha Azul, Gralha Azul.

Atividades:
  1. Título: Gralha Azul.

  1. Autor: Inamy Custódio Pinto.

  1. Tipologia Textual:
(      ) científico
(  X ) poético
(      ) jornalístico
  1. Circular e registrar as rimas:
Riquezas / belezas
Sul / Azul
Pinhão / plantação
Valor / trabalhador

  1. Relacione o nome da cidade a que se refere o adjetivo.
(  1  ) Cidade Sorriso
(  2  ) Cidade Canção
(   3 ) Cidade Maravilhosa
(   4 ) Capital da Uva Fina
(   5 ) Terra da Garoa

(  2  ) Maringá
(  5  ) São Paulo
(   3 ) Rio de Janeiro
(   1 ) Curitiba
(   4 ) Marialva

  1. Identifique no texto os versos que representam o FATO e o MITO relacionados à Gralha Azul.
Fato: Gralha Azul leva no bico vai fazer a plantação.

Mito: És bom trabalhador
  
            Assembléia para elaboração coletiva de roteiro para a dramatização da Lenda Folclórica da Gralha Azul.
            Textos utilizados para explicação da lenda: adaptação dos textos produzidos pelos alunos Bruno, Leo, Anna, Gabrielle e Bianca (Textos em anexo).
Título: APRENDENDO COM A AMIGA DO PINHEIRO
CENÁRIO: Sala de aula com carteiras, cadeiras, mesa da professora, armário, etc.
NARRADOR: - Boa tarde! Nós alunos da 4ª Serie B, juntamente com as professoras Janey e Elisangela estudamos  o Folclore Brasileiro, e hoje, vamos apresentar a Lenda da “Gralha Azul”, pois ela representa uma lenda do Folclore Paranaense. Convido a todos para assistir a apresentação: “APRENDENDO COM A AMIGA DO PINHEIRO”...
(Neste momento os alunos já estão em cena, e entra a professora)
FALAS-
PROFESSORA-  Boa tarde!
ALUNOS- Boa tarde, “Profe”!.
PROFESSORA- Vocês já ouviram falar sobre folclore?
ALUNOS- Sim!
PROFESSORA- E o que vocês já ouviram falar sobre o folclore?
ALUNO 1 – Eu acho que são histórias, coisas que as pessoas contam
PROFESSORA: Ótimo, e o que mais, o que vocês se lembram da infância, de quando vocês eram crianças?
ALUNO 2 – Das brincadeiras.
ALUNO 3 – Das musicas de dormir.
ALUNO 4 -  Das historias que minha vó contava.
PROFESSORA: Muito bem, tudo isto faz parte do folclore brasileiro, que iniciou com as influencias dos índios, dos portugueses e dos negros, e é por isso que podemos dizer que folclore é a sabedoria que vem do povo, e ainda tem mais, querem ver? Alguém sabe o que é trava - língua?
ALUNO 1 -  Eu sei: são frases com palavras difíceis.
PROFESSORA: Ótimo, e você conhece algum?
ALUNO 1 – Sei sim: “O rato roeu a rolha do remédio ruim do rei de Roma”.
PROFESSORA: Parabéns! E quem conhece uma adivinha?
ALUNO 2 -  Eu, é o “o que é o que é?”, uma charada divertida.
PROFESSORA: Quem sabe um exemplo?
ALUNO 3 – Eu! O que é o que é? Todo mundo pode sentar, menos você?
NINGUÉM RESPONDE
PROFESSORA- Pode responder (aluno 3).
ALUNO 3 - “Meu colo”.
PROFESSORA- Muito legal! Também fazem parte do folclore as cantigas, que podem se de ninar (fazer dormir) ou de roda, como a brincadeira de roda Ciranda – Cirandinha, e outras brincadeiras divertidas como o pega-pega, amarelinha, peteca. Temos ainda os provérbios. O que são? Alguém conhece algum?
ALUNO 1 – Ah! Isso eu sei: são ditados que ensinam alguma coisa?
PROFESSORA: E você sabe algum provérbio e o que ele quer ensinar?
ALUNO 1 -  “FILHO DE PEIXE, PEIXINHO É”, que quer dizer que o filho é igual ao pai”
PROFESSORA: E as lendas o que são?
ALUNO 4 – são histórias contadas pelo povo e dependendo de onde vive, é contada de um jeito diferente.
PROFESSORA- Isso mesmo, e quais lendas vocês lembram?
ALUNOS (EM CORO) - Saci-Pererê, Cuca, Curupira, Iara...
PROFESSORA-  Muito bem, hoje nós vamos ver uma lenda do folclore do Paraná: a lenda da Gralha Azul:
Há muitos anos atrás, no  século  19, o  Paraná  era  uma  imensa  mata  de  araucárias  e  era  o  lugar  ideal  para  os  madeireiros  sem cuidado que cortavam das árvores para suas construções e vendas.
            As pessoas não sabiam como as árvores nasciam sem que ninguém plantasse, então surgiu essa lenda: uma gralha negra estava descansando em uma araucária e foi acordada pelos sons dos golpes do machado de um madeireiro muito ruim. Essa ave é  da  família  dos  corvídeos,  mais  conhecido  como  corvo. Então, muito assustada voou para longe, no céu, para não presenciar o que estavam fazendo com seu amigo o pinheiro. Lá em  ima, ouviu  uma  que dizia para ela voltar aos pinheirais, pois passaria a plantar pinheiros de araucária e seria vestida com a cor do céu: o azul celeste. A gralha atendeu ao pedido, ganhou penas azuis, menos na cabeça e pescoço, para continuar sendo da família dos corvídeos.
Retornou aos pinheirais e cada vez que se alimenta com o pinhão, enterra alguns para comer mais tarde, esses se tornam novos pinheiros.  Assim, diz a lenda, passou a plantar sementes de araucária”.

NARRADOR - Que os humanos aprendam com a Gralha  Azul  a  cuidar  da  natureza  e  que contem essa lenda de geração  em  geração! Convido todos os alunos da 4ª série B para cantarem a música “Gralha Azul”, de autoria do Professor paranaense: Inamy Custódio Pinto.


             
Leitura complementar – Texto biográfico

Inami Custódio Pinto - Pesquisador
Inami Custódio Pinto, filho de Inamá e Emília Pinto, nasceu aos 19 de outubro de 1930, em Curitiba-PR. Foi professor, autor de mais de 400 composições musicais, apresentador de televisão, roteirista e pesquisador. Passou cinco gerações retransmitindo o folclore em colégios de ensino fundamental e médio, estadual e municipal; no ensino superior, na PUC-PR, na UFPR e na Fundação de Artes do Paraná. Mantém a Companhia de Danças Mestre Inami, com o grupo Meu Paraná, de Curitiba-PR.

                 Na vida de  Inami Custódio Pinto, destaca-se seu amor e envolvimento com as culturas populares e com o folclore paranaense. Professor e pesquisador, seu nome, Inami, significa em tupi-guarani: “água azul”. Iniciou seus estudos em educação musical na sua infância e aliou esses conhecimentos ao seu interesse pela pesquisa folclórica. Fez suas primeiras pesquisas no litoral paranaense por meio de contato com pescadores e nativos das ilhas da região. Realizou os primeiros registros em áudio e vídeo do Fandango Paranaense e ampliou sua área de coleta de informações percorrendo as regiões de aldeamentos indígenas, e no convívio, ia gravando sons das línguas para estudar a variação de sons e significados entre os diversos grupos indígenas.
                        










É considerado um pioneiro nos estudos de nossas raízes culturais e seus conhecimentos e capacidade profissional renderam-lhe reconhecimento nacional e internacional. Ministrou aulas da disciplina de Folclore na Faculdade de Educação Musical do Paraná, depois Faculdade de Artes do Paraná, realizou várias palestras, foi presidente da Primeira Jornada de debates sobre o Folclore Nacional, participou de vários projetos culturais do Estado do Paraná. Trabalhou no Museu Paranaense na elaboração do Catálogo Etnográfico Brasileiro e no Museu da Imagem e do Som, na organização da Divisão de Folclore e pesquisas Históricas.
 ATIVIDADES DESENVOLVIDAS NO AEI:
1- Vídeo no site youtube.com.br - “Inami, defensor das nossas raízes programa Meu Paraná”. Acessado em 29/10/2010.
Pesquisa e impressão da biografia do autor.

2- Desenho no PaintBrush (AEI) destacando a essência dos textos estudados.


3- Produção textual sobre a lenda.
Exemplos: TEXTOS PRODUZIDOS PELOS ALUNOS PARA O ROTEIRO DA DRAMATIZAÇÃO
Escola Municipal Professora Miriam Leila Palandri .
Maringá, 1 de outubro de 2010.
Sexta-feira
AEI – Bianca e Gabrielle
4ª série B - Elisangela e Janey

A lenda da Gralha Azul

            Há muitos anos atrás a araucária, árvore nativa do Paraná era explorada por  madeireiros sem dó.
            Naquela época havia grandes florestas de araucária que hoje estão sendo novamente formadas.
            Mas não são só as  pessoas que estão trabalhando nisso, também tem  uma ave nativa da região, a Gralha Azul!
            A Gralha Azul é da família dos corvos , ela tem penas da cor azul bem brilhante, menos as da cabeça, pescoço e cauda. São pretas devido a ela ser da família dos corvos e mede cerca de 40 centímetros.
            A lenda fala que uma gralha negra estava descansando em uma araucária e foi acordada pelos sons dos golpes do machado de um madeireiro muito ruim. Então, muito assustada voou para longe para não presenciar o que estavam fazendo com seu amigo o pinheiro.
            Quando estava voando ouviu uma voz do céu dizendo: Volte para lá e assim você vai ser revestida de azul celeste.
            Ela voltou e passou a plantar a semente da araucária.



Escola  Municipal  Professora  Miriam  Leila  Palandri.


Maringá ,1  de  Outubro  de  2010.
Sexta-feira
AEI - Leo  e  Bruno
4ª B – Janey e Elisangela
                              
Lenda  da  Gralha  Azul.

                 A  lenda  da  Gralha  Azul  é   do  folclore  Paranaense . Conta  essa  lenda  é que há anos atrás, no século 19, o Paraná tinha uma imensa  mata  de  araucárias  e  era  o  lugar  ideal  para  os  madeireiros  sem cuidado.
                As  pessoas não sabiam como as   árvores nasciam sem que ninguém as plantasse, então  surgiu essa  lenda: uma gralha  negra  dormia  nos  galhos  dos  pinheiros , quando  foi  acordada   por   som  de golpes  de  machados  que  vinham  dos  madeireiros . Assustada  com  o  barulho  voou  para  o  céu  , para  não  ver  a  morte  da  sua  árvore.
                Lá  em  cima   ,    ouviu  uma  voz  dizendo para ela voltar  ao  seu  pinheiro, assim   iria  ficar  azul  e  iria  começar plantar  pinheiros.
                A  ave  aceitou  a  sua  missão  , então ficou  coberta  de  penas  azuis,  menos  em volta
da  cabeça  que  continuou  preto.
            Essa  ave  é  da  família  dos  corvídeos  mais  conhecido  como  corvos , e  essa  espécie
de  gralha  é  de  forte  cor  azul ,  com  cabeça  ,  pescoço e   peito  pretos  e mede  40  cm,  gosta  de  viver  no  pinheiros.
                Como  promessa começou  a  espalhar  sementes  de  araucária .
                Que  os  humanos aprendam  com  a  Gralha  Azul  a  cuidar  da  natureza  e  que passem essa lenda de  geração  em  geração.
                 
           
Escola Municipal Professora Miriam Leila Palandri
Maringá, 1º de outubro de 2010
Sexta-feira
AEI – Janey e Elisangela
4ª série B - Anna Beatriz

Lenda da Gralha Azul
            Por muitos anos, uma árvore nativa do Paraná, o Pinheiro de Araucária, foi a casa de um pássaro: uma gralha negra.
            Conta a lenda que essa gralha estava dormindo no pinheiro, quando foi acordada pelo som de golpes de machado em sua casa.
            Assustada, voou para o céu, para não ver a morte do pinheiro.
            Lá do céu, ouviu uma voz que dizia para ela voltar para os pinheirais, pois, passaria a plantar Pinheiros de Araucária e seria vestida com a cor do céu, azul celeste.
            A gralha aceitou o pedido, ganhou  penas azuis no seu corpo, menos na cabeça e pescoço. Retornou aos pinheirais e a cada vez que se alimenta com o pinhão, enterra alguns que serão novos pinheiros. Assim,  diz a lenda, passou a plantar as sementes de araucária, conforme o pedido.
           




Artes: confecção do pinheiro e da Gralha Azul com dobradura, elaboração e dramatização da peça teatral sobre a lenda da Gralha Azul. (Professora Elisangela)
Educação Física: montagem da dramatização. (Professora Kelly)
AEI: pesquisa sobre o fato e a lenda da Gralha Azul; biografia de Inhami Custódio Pinto (autor da Música Gralha Azul); Legislação sobre um dos ícones paranaenses e elaboração do texto para a dramatização da lenda. (Professora Regente Janey)

*Proposta interdisciplinar realizada no 3º bimestre de 2010, na 4ª série B da Escola Municipal Professora Miriam Leila Palandri. 



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